O rock.
O surgimento do rock nao censurado, aconteceu nos anos 60. Com o surgimento das bandas como, Pink Floyd, The Beatles, Change to Music, The rockers, The Police entre outras.
Nesse perído dos anos 50 para baixo o rock éra totalmente censurado, musicas com cortes nos meios.
Depois ainda com o surgimento do rei do rock "Elvis Pressley" conhecido mundialmente como "o rei da historia". Elvis era um cantor "Gospel" que depois dos anos 60 decidiu começar a carreira do rock.
Alguns vídeos sobre o rock:
I wanna hold your hand - Beatles
Pink Floyd - Another Brick in the Wall
The Police - So Lonely
domingo, 5 de outubro de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Guerra Fria
A União Soviética possuía um sistema socialista, baseado na economia planificada, partido único, igualdade social e falta de democracia. Já os Estados unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada. Na segunda metade da década de 1940 até 1989, estas duas potências tentaram implantar em outros países os seus sistemas políticos e econômicos.
A definição para a expressão guerra fria é de um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não ocorrendo um embate militar declarado e direto entre Estados Unidos e URSS. Até mesmo porque, estes dois países estavam armados com centenas de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, provavelmente, da vida no planeta Terra. Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coréia e no Vietnã.
Fim da Guerra FriaA falta de democracia, o atraso econômico e a crise nas repúblicas soviéticas acabaram por acelerar a crise do socialismo no final da década de 1980. Em 1989 cai o Muro de Berlim e as duas Alemanhas são reunificadas. No começo da década de 1990, o então presidente da União Soviética Gorbachev começou a acelerar o fim do socialismo naquele país e nos aliados. Com reformas econômicas, acordos com os EUA e mudanças políticas, o sistema foi se enfraquecendo. Era o fim de um período de embates políticos, ideológicos e militares. O capitalismo vitorioso, aos poucos, iria sendo implantado nos países socialistas.
A União Soviética possuía um sistema socialista, baseado na economia planificada, partido único, igualdade social e falta de democracia. Já os Estados unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada. Na segunda metade da década de 1940 até 1989, estas duas potências tentaram implantar em outros países os seus sistemas políticos e econômicos.
A definição para a expressão guerra fria é de um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não ocorrendo um embate militar declarado e direto entre Estados Unidos e URSS. Até mesmo porque, estes dois países estavam armados com centenas de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, provavelmente, da vida no planeta Terra. Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coréia e no Vietnã.
Fim da Guerra FriaA falta de democracia, o atraso econômico e a crise nas repúblicas soviéticas acabaram por acelerar a crise do socialismo no final da década de 1980. Em 1989 cai o Muro de Berlim e as duas Alemanhas são reunificadas. No começo da década de 1990, o então presidente da União Soviética Gorbachev começou a acelerar o fim do socialismo naquele país e nos aliados. Com reformas econômicas, acordos com os EUA e mudanças políticas, o sistema foi se enfraquecendo. Era o fim de um período de embates políticos, ideológicos e militares. O capitalismo vitorioso, aos poucos, iria sendo implantado nos países socialistas.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Introdução:
A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra ocorrida devido pretensões imperialistas entre 1914 até 1918, com conflitos principalmente em regiões européias.
Antecedentes:
Nas últimas décadas do século XX, o mundo assistiu à explosão de uma Guerra Civil na Iugoslávia que resultou no desmantelamento desse país e no surgimento da Eslovênia, Croácia e Bósnia-Herzegovina, como nações independentes. O conflito entre sérvios, croatas e bósnios irrompeu em função das diversas étnicas, religiosas e políticas existentes entre eles. As pretensões imperialistas ganharam profundos contornos a partir de 1870, pois, nessa época, a Europa Ocidental e também os Estados Unidos expandiram sua política econômica e organizaram poderosos impérios, devido à concentração de capitais procedentes do monopólio e da fusão das empresas. As indústrias pesadas exigiram a união das empresas, a fim de garantirem maiores lucros e bons preços. Por esse motivo, tornou-se acirrada a disputa de mercadoria e de fontes de matérias-primas. Desde o Congresso de Viena, em 1815, a preocupação dos principais paises europeus passou a ser a busca da estabilidade internacional. Para isso, as nações buscaram o prestígio nacional e o fortalecimento militar, mantendo constante vigilância para impedir o crescimento das forças contrárias e a formação de alianças entre países afins. Esta inquietação ocorria mediante o "equilíbrio de poder". Durante a metade do século XIX, as nações imperialistas dominaram povos e territórios em diversas partes do mundo. Assim, em poucas décadas, acumularam riquezas e aumentaram muito sua capacidade de produzir mercadorias. Da disputa por mercados consumidores entre essas nações nasceu a rivalidade. E desta, a Primeira Guerra Mundial. Além da disputa por mercados, existiram também outras razões para a eclosão da guerra. Abaixo, as mais importantes: A rivalidade anglo-alemã: A origem dessa rivalidade entre a Inglaterra e a Alemanha foi a competição industrial e comercial. Em apenas três décadas, a contar de sua unificação, a Alemanha tornou-se uma grande potência industrial. Os produtos de suas fábricas tornaram-se mundialmente conhecidos, inclusive com enorme aceitação no mercado inglês. Fortalecida, a Alemanha passou a pressionar para que houvesse uma nova repartição do mundo colonial. A Inglaterra, por sua, vez, mostrava disposição em manter suas conquistas a qualquer custo. A rivalidade franco-alemã: Na França, o antigermanismo também era muito forte, devido à derrota francesa na Guerra Franco-Prussiana e à perda da Alsácia e da Lorena para a Alemanha. A rivalidade austro-russa: A Rússia desejava dominar o Império Turco-Otamano, a fim de obter uma saída para o mar Mediterrâneo, e, também, controlar a península Balcânica. Para justificar esse expansionismo, criou o pan-eslavismo movimente político segundo o qual a Rússia tinha o "direito" de defender e proteger as pequenas nações eslavas da península Balcânica. O nacionalismo da Sérvia: A Sérvia era uma pequena nação eslava independente, situada na região dos Bálcãs, que almejava libertar e unificar os territórios habitados pelos povos eslavos desta região. Opondo-se aos austríacos e aos turcos, a Sérvia aproximou-se cada vez mais da Rússia, que comprometeu-se a apoiá-la e a protegê-la militarmente. Quando, em 1908, a Áustria ocupou a Bósnia-Herzegovina, a Sérvia passou a conspirar abertamente contra a Áustria.
A competição entre as nações européias pela conquista de territórios coloniais que atuassem como mercado consumidor de seus produtos e fornecessem matérias-primas intensificou-se no final do século XIX e começo do século XX. Sob o imperador Wilhelm II, a Alemanha estava disposta a assegurar uma influência política compatível com seu poderio econômico. Assim, desafiou a supremacia mundial da Grã-Bretanha e ameaçou a França, que não se esquecia da perda das regiões de Alsácia e Lorena durante a Guerra Franco-prussiana. A Áustria se propunha a impor limites à influência conquistada pela Sérvia e à ameaça que este país representava diante dos territórios eslavos. A Rússia, por sua vez, desconfiava dos objetivos políticos da Alemanha e da Áustria. Todos esses temores alimentaram a corrida armamentista que transformou a Europa em um barril de pólvora. O pavio foi aceso por ocasião do assassinato do herdeiro do trono austríaco, o arquiduque Francisco Ferdinando, em Sarajevo. Era o início do conflito que transformou o continente europeu em um inferno, no qual se digladiaram as forças dos Impérios centrais (Alemanha, Áustria e Turquia) contra os exércitos da Inglaterra e da França. Em seguida, outras nações ingressaram no combate. A Alemanha lançou uma ofensiva em grande escala que foi contida pelos franceses e a frente oeste caracterizou-se pela guerra de trincheiras, na qual milhares de soldados morriam ao tentar avançar em uma pequena área do território inimigo. No conflito, foram utilizadas novas armas, como gases letais, bombardeios e tanques. Como a frota inglesa detinha o controle do mar, os alemães partiram para a ofensiva submarina. Na frente oriental, a Rússia mergulhava no caos: o czar foi obrigado a renunciar em maio de 1917 e o governo provisório que o substituiu optou por prosseguir a guerra. Em outubro do mesmo ano, no entanto, os bolcheviques, liderados por Lênin e Trotski, derrubaram o regime e retiraram a Rússia do conflito. Surgia o primeiro Estado socialista. O ingresso dos Estados Unidos favoreceu os aliados que aos poucos derrotaram a Alemanha e os países que a apoiavam. Na conferência de paz de Paris, que terminou com o Tratado de Versalhes, o mapa da Europa foi redesenhado sob o princípio das nacionalidades, proposto pelo presidente norte-americano Woodrow Wilson.
Comentário:
começou em 1914, terminou em 1918, a penetração dos americanos para o ataque dos alemães. Foi feita por paises do mundo inteiro.
A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra ocorrida devido pretensões imperialistas entre 1914 até 1918, com conflitos principalmente em regiões européias.
Antecedentes:
Nas últimas décadas do século XX, o mundo assistiu à explosão de uma Guerra Civil na Iugoslávia que resultou no desmantelamento desse país e no surgimento da Eslovênia, Croácia e Bósnia-Herzegovina, como nações independentes. O conflito entre sérvios, croatas e bósnios irrompeu em função das diversas étnicas, religiosas e políticas existentes entre eles. As pretensões imperialistas ganharam profundos contornos a partir de 1870, pois, nessa época, a Europa Ocidental e também os Estados Unidos expandiram sua política econômica e organizaram poderosos impérios, devido à concentração de capitais procedentes do monopólio e da fusão das empresas. As indústrias pesadas exigiram a união das empresas, a fim de garantirem maiores lucros e bons preços. Por esse motivo, tornou-se acirrada a disputa de mercadoria e de fontes de matérias-primas. Desde o Congresso de Viena, em 1815, a preocupação dos principais paises europeus passou a ser a busca da estabilidade internacional. Para isso, as nações buscaram o prestígio nacional e o fortalecimento militar, mantendo constante vigilância para impedir o crescimento das forças contrárias e a formação de alianças entre países afins. Esta inquietação ocorria mediante o "equilíbrio de poder". Durante a metade do século XIX, as nações imperialistas dominaram povos e territórios em diversas partes do mundo. Assim, em poucas décadas, acumularam riquezas e aumentaram muito sua capacidade de produzir mercadorias. Da disputa por mercados consumidores entre essas nações nasceu a rivalidade. E desta, a Primeira Guerra Mundial. Além da disputa por mercados, existiram também outras razões para a eclosão da guerra. Abaixo, as mais importantes: A rivalidade anglo-alemã: A origem dessa rivalidade entre a Inglaterra e a Alemanha foi a competição industrial e comercial. Em apenas três décadas, a contar de sua unificação, a Alemanha tornou-se uma grande potência industrial. Os produtos de suas fábricas tornaram-se mundialmente conhecidos, inclusive com enorme aceitação no mercado inglês. Fortalecida, a Alemanha passou a pressionar para que houvesse uma nova repartição do mundo colonial. A Inglaterra, por sua, vez, mostrava disposição em manter suas conquistas a qualquer custo. A rivalidade franco-alemã: Na França, o antigermanismo também era muito forte, devido à derrota francesa na Guerra Franco-Prussiana e à perda da Alsácia e da Lorena para a Alemanha. A rivalidade austro-russa: A Rússia desejava dominar o Império Turco-Otamano, a fim de obter uma saída para o mar Mediterrâneo, e, também, controlar a península Balcânica. Para justificar esse expansionismo, criou o pan-eslavismo movimente político segundo o qual a Rússia tinha o "direito" de defender e proteger as pequenas nações eslavas da península Balcânica. O nacionalismo da Sérvia: A Sérvia era uma pequena nação eslava independente, situada na região dos Bálcãs, que almejava libertar e unificar os territórios habitados pelos povos eslavos desta região. Opondo-se aos austríacos e aos turcos, a Sérvia aproximou-se cada vez mais da Rússia, que comprometeu-se a apoiá-la e a protegê-la militarmente. Quando, em 1908, a Áustria ocupou a Bósnia-Herzegovina, a Sérvia passou a conspirar abertamente contra a Áustria.
A competição entre as nações européias pela conquista de territórios coloniais que atuassem como mercado consumidor de seus produtos e fornecessem matérias-primas intensificou-se no final do século XIX e começo do século XX. Sob o imperador Wilhelm II, a Alemanha estava disposta a assegurar uma influência política compatível com seu poderio econômico. Assim, desafiou a supremacia mundial da Grã-Bretanha e ameaçou a França, que não se esquecia da perda das regiões de Alsácia e Lorena durante a Guerra Franco-prussiana. A Áustria se propunha a impor limites à influência conquistada pela Sérvia e à ameaça que este país representava diante dos territórios eslavos. A Rússia, por sua vez, desconfiava dos objetivos políticos da Alemanha e da Áustria. Todos esses temores alimentaram a corrida armamentista que transformou a Europa em um barril de pólvora. O pavio foi aceso por ocasião do assassinato do herdeiro do trono austríaco, o arquiduque Francisco Ferdinando, em Sarajevo. Era o início do conflito que transformou o continente europeu em um inferno, no qual se digladiaram as forças dos Impérios centrais (Alemanha, Áustria e Turquia) contra os exércitos da Inglaterra e da França. Em seguida, outras nações ingressaram no combate. A Alemanha lançou uma ofensiva em grande escala que foi contida pelos franceses e a frente oeste caracterizou-se pela guerra de trincheiras, na qual milhares de soldados morriam ao tentar avançar em uma pequena área do território inimigo. No conflito, foram utilizadas novas armas, como gases letais, bombardeios e tanques. Como a frota inglesa detinha o controle do mar, os alemães partiram para a ofensiva submarina. Na frente oriental, a Rússia mergulhava no caos: o czar foi obrigado a renunciar em maio de 1917 e o governo provisório que o substituiu optou por prosseguir a guerra. Em outubro do mesmo ano, no entanto, os bolcheviques, liderados por Lênin e Trotski, derrubaram o regime e retiraram a Rússia do conflito. Surgia o primeiro Estado socialista. O ingresso dos Estados Unidos favoreceu os aliados que aos poucos derrotaram a Alemanha e os países que a apoiavam. Na conferência de paz de Paris, que terminou com o Tratado de Versalhes, o mapa da Europa foi redesenhado sob o princípio das nacionalidades, proposto pelo presidente norte-americano Woodrow Wilson.
Comentário:
começou em 1914, terminou em 1918, a penetração dos americanos para o ataque dos alemães. Foi feita por paises do mundo inteiro.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
A origem do dia do Trabalho
A origem do Dia do Trabalho
Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.
Nossa opinião:
achamos o dia do trabalho um dia muito interesante, pois, o dia do trabalho representa a todos os trabalhadores que se esforçam para sustentar a sua família.
Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.
Nossa opinião:
achamos o dia do trabalho um dia muito interesante, pois, o dia do trabalho representa a todos os trabalhadores que se esforçam para sustentar a sua família.
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